BAR

Athenas Café
Grupos de gays e lésbicas dividem espaço com casais héteros nesse bar. Filas são frequentes, sobretudo para as concorridas mesas na calçada, de onde se vê o vai e vem da Augusta. Chope Brahma (R$ 5,10) abre espaço para sandubas bem servidos.

Bar da Dida
Num recuo da calçada ao lado, ficam dispostas as concorridas mesas. Apesar do espaço simples, o público é arrumado. Modernos, gays e lésbicas disputam lugares para beber cerveja em garrafa ou as gostosas caipirinhas servidas em copo alto.

Bar da Lôca
Vizinho da Lôca, o boteco se chama, na verdade, To-Zé, mas ganhou fama pelo apelido. Os clientes (rapazes, na maioria) ficam de pé na calçada com cervejas em punho, e só arredam pé quando o bar fecha, à 1h.

Bar do Netão
Não fosse a multidão da calçada, passaria por um boteco qualquer. Mas, ao atravessar sua porta e descer alguns degraus, uma pistinha abafada ferve ao som eletrônico com gente de todo estilo e classe social.

Café Vermont
Ponto gay tradicional, fica aberto até altas horas. É opção de esquenta e de happy hour para os trabalhadores da região, procurado tanto por gays quanto por lésbicas. A música ao vivo (MPB e pop rock, às sextas e aos sábados, e samba, aos domingos) embala a clientela, que se serve de boas porções, como a de frango à passarinho (R$ 21,28).

BALADA

The Week
Um dos clubes GLS mais badalados da cidade fica em um imenso galpão, com duas pistas de dança, três lounges, deck com piscina e um jardim ao ar livre com pufes e sofás. Aos sábados, há a Babylon, capitaneada pelos DJs João Neto, Paulo Pacheco e convidados, que tocam house e house tribal.

Bubu Lounge Disco
Instalada numa área com mais de 1000 m2, a casa se destaca pelo ambiente sofisticado e um grande aquário que separa o lounge da pista principal. Abriga duas pistas, sendo uma de 500 m2 com pé direito duplo, um lounge –palco para pockets shows– e nove camarotes.

D.Edge
Em 2012, o clube foi eleito o 25º melhor do mundo pela revista inglesa “DJ Mag”. Não é para menos, já que quase toda semana um DJ gringo assume os “pickups” da casa eletrônica. Para abrigar os “clubbers”, tem estrutura de primeira: duas pistas repletas de LEDs, um “lounge” futurista e um terraço.

Lions
No local com resquícios arquitetônicos da década de 50 e pista moderninha, a proposta é revezar sets de rock, jazz, house, tecno e soul. O terraço, com vista para o centro velho da capital, permite maior liberdade aos fumantes.

Yatch Club
A casa possui dois mezaninos que abrigam até 30 pessoas, cada um, e cinco camarotes ao redor da pista. As cores azul, cinza e prata predominam nas paredes, que simulam cascos de navio, nos azulejos de cavalos-marinhos e nos espelhos de escamas.

 

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