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O Parlamento grego aprovou a legalização da união civil de casais homossexuais na noite desta terça-feira (22), cerca de dois anos após o país ser criticado pela Corte Europeia de Direitos Humanos pela discriminação de gays.

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, classificou este como “um importante dia para os direitos humanos”.

O líder progressista destacou que agora os casais formados por pessoas do mesmo sexo poderão ter os mesmos direitos “na vida e na morte”, dando fim a um “atraso vergonhoso” para seu país.

Mais de 190 parlamentares votaram a favor da medida e 56 foram contra a aprovação da norma. A legislação a respeito da adoção por casais homossexuais, no entanto, ficou fora da discussão.

A norma foi alvo de críticas, principalmente de representantes da Igreja Ortodoxa, que tem grande força no país.

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