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Tá achando que seu namoro tá frio? Ou, se você está solteiro, não consegue pegar ninguém? O Instituto QualiBest, especializado em questionários online, fez uma pesquisa que mostra os hábitos sexuais dos paulistanos.

Vem com a gente ver se você tá dentro, acima ou abaixo da média.

Foram entrevistadas 654 pessoas na capital. Dessas, 55% são homens e 45% mulheres, todos acima dos 16 anos.

  • Casados transam mais do que solteiros. Entre o pessoal que vive junto, 33% diz que fica entre um e três dias sem ir para a cama. Entre os “descompromissados”, essa frequência cai para 11%. A maioria deles, 16%, diz que pratica uma vez por mês.
  • O “jejum” de sexo dura, em média, três dias. Pelo menos, para 33% dos participantes. Outros 20% dos entrevistados dizem que passam períodos de quatro a sete dias sem transar.
  • A maioria perde a virgindade aos 17 anos. Isso, entre os heterossexuais e homossexuais. Essa média baixa um pouco entre os bissexuais, que declaram ter experimentado sua primeira vez aos 15 anos.
  • Em compensação, 6% dos entrevistados dizem que fazem sexo uma vez por ano. Quem fez essa declaração em geral é mulher (59%), com idades entre 19 a 21 anos (21%), entre 31 a 40 (21%) e com mais de 51 anos (21%). *preferia estar morta*
  • Sobre o lugar preferido para o ato, os campeões são a própria casa (74%), a casa do namorado ou da namorada (41%).
  • Motel é a preferência dos homens (45%). Já para as mulheres, nem tanto: esse número cai para 33%.
  • O maior tabu sexual do paulistano é dividir o parceiro ou a parceira com alguém.

Mas apareceram outros destaques também. Dê uma olhada nos índices de rejeição:

  • 33% levar outro homem para a cama (entre os próprios homens, esse número sobe para 39%)
  • 31% swing
  • 26% levar outra mulher para a cama (entre as próprias mulheres, esse número sobe para 36%)
  • 25% sexo em locais públicos

Mas…

  • 9% disseram que toparia experimentar todas as alternativas acima
  • A pesquisa segmentou as regiões da cidade e não percebeu muita diferença entre elas. Apenas sobre tabus, o pessoal do centro da cidade revelou-se “menos disposto”. Sobre palmadas e sadomasoquismo pesado, 50% dos moradores de lá não encararia. Em compensação, esse índice na cai para 16% na Zona Sul. A média de rejeição a essa prática na cidade é de 23%.
  • Os brinquedos sexuais tiveram boa aprovação. Só 8% dos paulistanos não usariam de jeito nenhum. Entre os moradores do centro, esse índice subiu para 18%.

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